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sábado, 6 de março de 2010
ANDRÉ, O AMIGUINHO AUTISTA DA TURMA DA MÔNICA
André é mais um personagem com deficiência da Turma da Mônica. É autista.
Autismo é um transtorno do desenvolvimento psiconeurológico, que afeta a capacidade da pessoa de se comunicar, de compreender e de falar, comprometendo o convívio social. Manifesta-se na infância, por volta dos três anos de idade e é mais comum em meninos do que em meninas.
Créditos à Lucimar Mendel, do Grupo ProfessoresSolidários, pela dica do vídeo e por me apresentar a personagem.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
TURMA DA MÔNICA - PERSONAGENS DE INCLUSÃO
Segundo Maurício de Sousa, pai da Turma da Mônica, ter personagens com deficiência nas histórias é uma forma de sugerir a inclusão e, ao mesmo tempo, a diversidade.
A Turma já tinha o coleguinha Humberto, que é mudo. ( na realidade, surdo, já que mudos não emitem som ), e nasceu assim. Se comunica com a linguagem de sinais ou simplemente com "Hum...Hum..". Ele brinca e interage com os outros personagens como uma criança qualquer.
No final de 2004, a Turma ganhou mais dois amiguinhos: Dorinha e Luca.
Dorinha, primeira personagem deficiente visual (cega) do desenhista Maurício de Sousa, recebeu este nome em homenagem a Dorina Nowil, uma mulher que perdeu a visão quando criança, mas que não se abateu e lutou na vida e hoje é um exemplo de força de vontade e simpatia. Criou a Fundação Dorina Nowil, uma referência como instituição, que oferece assistência a cegos. A personagem é uma garota esperta que não precisa dos olhos para enxergar o que quiser. Dorinha tem um cão guia chamado Radar.
Luca, um garoto cadeirante, amante dos esportes, principalmente de basquete, que foi apelidado carinhosamente pelos novos amiguinhos de “Da Roda” e “Paralaminha”, por ser muito fã do cantor Herbert Vianna e da banda Paralamas do Sucesso.
Segundo Maurício de Sousa, Luca será responsável por mostrar às outras crianças as possibilidades de uma infância feliz, interativa, independentemente de qualquer deficiência física. “É a inclusão social sendo exercitada também no mundo ficcional dos quadrinhos”, disse o desenhista, que já adianta: “Por ser bonitinho, o Da Roda vai ganhar, de vez em quando, alguns olhares meigos das meninas da Turma”, brinca.
Tati, personagem da Turma da Mônica, foi inspirada em Tathiana Piancastelli. Ela é de Campinas e foi homenageada por Maurício de Sousa porque Tati (a verdadeira e a dos quadrinhos) tem Síndrome de Down, uma alteração que ocorre nas células de uma pessoa quando ela ainda está se formando na barriga da mãe (no Brasil, isso ocorre uma vez a cada 600 nascimentos). As pessoas que têm Down têm algumas características em comum — como explica a própria revista da turma estrelada por Tati, elas têm o rosto fofinho e olhos puxados, às vezes falam enrolado e possuem um ritmo de aprendizado um pouco mais lento que as demais crianças.
Mauricio criou a personagem com o intuito de mostrar às pessoas que, quem nasce com a Síndrome de Down pode até aprender mais devagar, mas assim como qualquer um, merece respeito e carinho.
André é mais um personagem com deficiência da Turma da Mônica. É autista.
Autismo é um transtorno do desenvolvimento psiconeurológico, que afeta a capacidade da pessoa de se comunicar, de compreender e de falar, comprometendo o convívio social. Manifesta-se na infância, por volta dos três anos de idade e é mais comum em meninos do que em meninas.
Fontes:
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
INCLUSÃO
Podemos encontrar a questão da inclusão de pessoas com deficiência nas artes plásticas, na literatura, na música e nas charges, entre outras expressões artísticas.
Na mídia, há pessoas com deficiências no cinema, na TV, na imprensa e nos gibis. Mostram que estão em toda a parte, com suas limitações e potencialidades.
O pai da Turma da Mônica, Maurício de Sousa, não ficou de fora desta abordagem. A turma ganhou amiguinhos especiais: Dorinha, Luca e Tati. O nome de Dorinha foi escolhido em homenagem a Dorinha Nowil, que perdeu a visão e criou a fundação homônima, que oferece assistência aos cegos.
Tati é uma coleguinha da Turma da Mônica que nasceu com Síndrome de Down. A Síndrome acontece quando há uma alteração na divisão da célula do bebezinho, ainda na barriga da mamãe.
As escolas e os educadores devem garantir a inclusão, pois a educação inclusiva tem como parâmetro a convivência entre pessoas com ou sem deficiência em atividades e ambientes
comuns.
Fonte: Revista Caminhos da Inclusão - Federação Nacional dos trabalhadores em Telecomunicações.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
A Inclusão dos Portadores de Necessidades Especias na escola e na sociedade
A inclusão dos Portadores de Necessidades Especiais é um dos novos paradigmas da educação brasileira. A Lei 9394/93, delega à família, à escola e à sociedade o compromisso da educação para todos.
De acordo com Vigotsky Apud Carneire (1991, p.101) " o ser humano cresce num ambiente social e a interação com outras pessoas é essencial a seu desenvolvimento". Então, a escola precisa de uma nova estrutura, de novos conceitos em relação à formação dos futuros cidadãos. Precisa oferecer um ambiente favorável à inclusão, respeitando as limitações e reconhecendo as diferenças e, acima de tudo, ressaltar suas potencialidades. Carneiro (1997,p.33) cita que " os Portadores de Necessidades precisam ser considerados a partir de suas potencialidades..."
Os educadores precisam inovar suas práticas, seus conceitos e trabalhar em parceria com todos que fazem parte deste processo educativo, desde à escola, à família e toda a sociedade, para que os portadores possam realmente ser inclusos nas escolas e na sociedade.
Para Maria Teresa Eglér Montoan, a inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças. Afirma que uma sociedade justa e que dê oportunidade para todos sem qualquer tipo de preconceito, começa na escola.
Maria Teresa Eglér Montoan é uma das maiores defensoras da educação inclusiva no Brasil.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARNEIRO, Rogéria. Sobre a Integração de Alunos Portadores de Deficiência no Ensino Regular. Revista Integração. Secretaria de Educação Especial do MEC, 1997.
LEI FEDERAL 8069/1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Ed. Palloti, Santa Maria, 1996.
De acordo com Vigotsky Apud Carneire (1991, p.101) " o ser humano cresce num ambiente social e a interação com outras pessoas é essencial a seu desenvolvimento". Então, a escola precisa de uma nova estrutura, de novos conceitos em relação à formação dos futuros cidadãos. Precisa oferecer um ambiente favorável à inclusão, respeitando as limitações e reconhecendo as diferenças e, acima de tudo, ressaltar suas potencialidades. Carneiro (1997,p.33) cita que " os Portadores de Necessidades precisam ser considerados a partir de suas potencialidades..."
Os educadores precisam inovar suas práticas, seus conceitos e trabalhar em parceria com todos que fazem parte deste processo educativo, desde à escola, à família e toda a sociedade, para que os portadores possam realmente ser inclusos nas escolas e na sociedade.
Para Maria Teresa Eglér Montoan, a inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças. Afirma que uma sociedade justa e que dê oportunidade para todos sem qualquer tipo de preconceito, começa na escola.
Maria Teresa Eglér Montoan é uma das maiores defensoras da educação inclusiva no Brasil.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CARNEIRO, Rogéria. Sobre a Integração de Alunos Portadores de Deficiência no Ensino Regular. Revista Integração. Secretaria de Educação Especial do MEC, 1997.
LEI FEDERAL 8069/1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Ed. Palloti, Santa Maria, 1996.
Dicas de leitura: Inclusão
INCLUSÃO

Um GIBI sobre a Síndrome de Down
Em 21 de março, o Dia Internacional da Síndrome de Down, o Instituto Maurício de Sousa lançou a revista Viva as diferenças!, durante o simpósio Síndrome de Down - Cinquentenário da Trissomia do 21, que aconteceu no Memorial da América Latina, em São Paulo.
O gibi marca a estréia da personagem Tati, criada por Maurício. Ela interage com a turminha e explica que as crianças com Síndrome de Down são apenas diferentes e devem ser integradas à sociedade com naturalidade.
A revista Viva as diferença! foi produzida em parceria com o Instituto MetaSocial e patrocinada pela Mantecorp.
Meus agradecimentos
Parabenizo a toda equipe que trabalhou em prol da publicação desta revista e agradeço aos institutos que, gentilmente, me concederam alguns exemplares para fins profissionais. Em especial, Patrícia da MetaSocial.

Um GIBI sobre a Síndrome de Down
Em 21 de março, o Dia Internacional da Síndrome de Down, o Instituto Maurício de Sousa lançou a revista Viva as diferenças!, durante o simpósio Síndrome de Down - Cinquentenário da Trissomia do 21, que aconteceu no Memorial da América Latina, em São Paulo.
O gibi marca a estréia da personagem Tati, criada por Maurício. Ela interage com a turminha e explica que as crianças com Síndrome de Down são apenas diferentes e devem ser integradas à sociedade com naturalidade.
A revista Viva as diferença! foi produzida em parceria com o Instituto MetaSocial e patrocinada pela Mantecorp.
Meus agradecimentos
Parabenizo a toda equipe que trabalhou em prol da publicação desta revista e agradeço aos institutos que, gentilmente, me concederam alguns exemplares para fins profissionais. Em especial, Patrícia da MetaSocial.
Dicas de leitura: Inclusão II
Esta revista e este folheto estão sendo distribuídos no
Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações no Estado de São Paulo.

Na revista há várias reportagens interessantes sobre a inclusão.
Relata a presença de Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais nos Gibis, na Arte, nos Esportes e na Educação. Da iniciativa dos sindicatos que lutam para garantir a inclusão dos portadores no mercado de trabalho. Traz também uma reportagem sobre a Legislação, onde o Ministério do trabalho cobra o cumprimento da lei de Cotas entre outras. É uma revista muito interessante! Vale a pena ler!
Neste folheto há informações úteis de como conviver com as diferenças.
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Uma frase
O verdadeiro mestre ama o que faz.
Por Elisabete Souto Barbosa
VÍDEOS INTERESSANTES
Cantinho dos autores - Breve histórico
Maurício de Sousa, O pai da Turma da Mônica
Maurício de Sousa nasceu no Brasil, numa pequena cidade do estado de São Paulo, chamada Santa Isabel. Foi em outubro de 1935.
Seu pai era o poeta e barbeiro Antônio Maurício de Sousa. A mãe, Petronilha Araújo de Sousa, poetisa. Além de Mauricio, o casal teve mais três filhos: Mariza (já falecida), Maura e Márcio.
Em 1959, Maurício criou uma série de tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono Bidu e Franjinha e ofereceu o material para os redatores da Folha. As historietas foram aceitas, o jornalismo perdeu um repórter policial e ganhou um desenhista.
Nos anos seguintes, ele criaria outras tiras de jornal Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho e páginas tipo tablóide para publicação semanal - Horácio, Raposão, Astronauta - que invadiram dezenas de publicações durante 10 anos.
Daí chegou o tempo das revistas de banca. Foi em 1970, quando Mônica foi lançada já com tiragem de 200 mil exemplares. Foi seguida, dois anos depois, pela revista Cebolinha e nos anos seguintes pelas publicações do Chico Bento, Cascão, Magali, Pelezinho e outras.
Seus trabalhos começaram a ser conhecidos no exterior e em diversos países surgiram revistas com a Turma da Mônica.
Fonte de Pesquisa: http://www.turmadamonica.com.br/
Maurício de Sousa nasceu no Brasil, numa pequena cidade do estado de São Paulo, chamada Santa Isabel. Foi em outubro de 1935.
Seu pai era o poeta e barbeiro Antônio Maurício de Sousa. A mãe, Petronilha Araújo de Sousa, poetisa. Além de Mauricio, o casal teve mais três filhos: Mariza (já falecida), Maura e Márcio.
Em 1959, Maurício criou uma série de tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono Bidu e Franjinha e ofereceu o material para os redatores da Folha. As historietas foram aceitas, o jornalismo perdeu um repórter policial e ganhou um desenhista.
Nos anos seguintes, ele criaria outras tiras de jornal Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho e páginas tipo tablóide para publicação semanal - Horácio, Raposão, Astronauta - que invadiram dezenas de publicações durante 10 anos.
Daí chegou o tempo das revistas de banca. Foi em 1970, quando Mônica foi lançada já com tiragem de 200 mil exemplares. Foi seguida, dois anos depois, pela revista Cebolinha e nos anos seguintes pelas publicações do Chico Bento, Cascão, Magali, Pelezinho e outras.
Seus trabalhos começaram a ser conhecidos no exterior e em diversos países surgiram revistas com a Turma da Mônica.
Fonte de Pesquisa: http://www.turmadamonica.com.br/






