domingo, 6 de junho de 2010

MASCOTES DE TODAS AS COPAS DO MUNDO DE FUTEBOL

LISTA DAS MASCOTES DE TODAS AS COPAS DO MUNDO (1966 - 2010)
Mascote da copa de 1966 na Inglaterra - Willie, um leão.
Mascote da Copa de 1970 no México – Juanito, um menino
Mascotes da Copa de 1974 na Alemanha Ocidental - Tip e Tap, dois jovens


Mascote da Copa de 1978 na Argentina – Gauchito, um garoto


Mascote da Copa de 1982 na Espanha – Naranjito, uma laranja

Mascote da Copa de 1986 no México – Pique, uma pimenta




Mascote da Copa de 1990 na Itália – Ciao, um boneco



Mascote da Copa de 1994 nos Estados Unidos – Striker, um cão




Mascote da Copa de 1998 na França – Footix, um galo



Mascotes da Copa de 2002 na Coreia do Sul e Japão - Ato, Kaz e Nik, criaturas futurísticas





Mascotes da Copa de 2006 - Goleo VI e Pille, um leão e uma bola falante



Zakumi,  mascote da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul - 19º Copa do Mundo Fifa


CRÉDITOS: Fonte: http://www.quadrodemedalhas.com/ / http://www.suapesquisa.com/


Fuleco, mascote da Copa do Mundo de 2014 no Brasil - 20 ª Copa do Mundo Fifa


CRÉDITOS: http://www.copanobrasil2014.com/copa-no-brasil/fuleco-mascote-da-copa-no-brasil-2014/




CALENDÁRIO DO ZAKUMI


COPA DO MUNDO - ATIVIDADES II









sábado, 5 de junho de 2010

COPA DO MUNDO - INCENTIVOS PARA OS ALUNOS



COPA DO MUNDO 2010 - ATIVIDADES




O TATARAVÔ DO FUTEBOL

Foram os chineses que inventaram o futebol há cerca de 4.500 anos. Se bem que o que eles jogavam naquele tempo era uma espécie de tataravô do futebol moderno. Nem era considerado um esporte, mas apenas um treinamento para soldados. Os chineses antigos deram ao seu jogo o nome de Kemari. Cada time tinha oito jogadores e as balizas eram feitas com varas de bambu fincadas no chão. O negócio era chutar a bola para além das estacas e marcar pontos. Ninguém queria saber de defender só atacar.
O futebol continuou por muito tempo como treinamento para soldados. Foi assim na Grécia Antiga e também na Roma. Os jogadores gregos chutavam uma bola feita com uma bexiga de boi cheia de areia. Coitados, seus pés deviam ficar doendo muito depois das partidas. Como eram soldados, não deviam ligar muito para isso.
Foi apenas no século 17 que os ingleses conseguiram tirar o futebol dos militares, transformando – o em esporte. O campo media então 120 metros de largura por 180 de comprimento. Em cada uma de suas extremidades existiam dois postes de madeira chamados goal (a palavra gol vem do inglês goal). A bola já era de couro cheia de ar. Mas era um jogo praticado apenas pelos ricos, os nobres.
Com o tempo, passou a ser praticado pelos alunos dos colégios internos. E era a maior confusão; cada colégio tinha as suas próprias regras e por isso não dava para marcar partidas entre eles. O jeito era organizar a coisa. Na cidade de Cambridge, os alunos de várias escolas fizeram uma reunião para estabelecer um código único de regras que servisse para todos. Nascia assim o futebol moderno.

Folha de São Paulo - Folhinha
ENTRANDO EM CAMPO
Hardy G. Alcoforado Filho

O Maracanã estava cheio. Gente pra todo lado. Bandeiras, charanga. Uma festa!
Também, pudera! Jogo importante. Decisivo. Fla-Flu.
Eu estava elétrico. Era a primeira vez que eu ia assistir ao meu pai atuar. A espera era angustiante. O tempo parecia acomodado, com preguiça de passar.
Finalmente, o meu pai entrou no campo.
Acho que os únicos a aplaudir fomos eu e o Tio Joca. A torcida, nem aí. Bem... o meu pai não era nenhum craque de bola. Era só o juiz da partida. Para mim, a figura principal, é claro!
Depois, entraram os dois times. Aquela coisa de sempre: fotos, bate-bola, entrevistas... as torcidas fazendo algazarra, cantando, pulando...
Eu queria era jogo, a “redonda” rolando e o meu pai dando “olé” No apito.
Começou o jogo e, pouco a pouco, eu fui percebendo que o espetáculo não ia ser exatamente o que eu esperava.
Que “olé” de apito que nada! A coisa foi bem diferente.
Se o meu pai marcava uma infração a favor do Flu, quem vaiava era a torcida do Fla. Se era a favor do Mengo, quem vaiava era a torcida tricolor. Se fosse só isso, tudo bem. O pior eram os nomes. Não perdoaram nem a coitada da minha avó, que não fez mal a ninguém.
Quando meu pai marcou o pênalti, nem se fala. Foi um Deus nos acuda! E o gol de empate? Todo mundo reclamando impedimento.
Eu sou obrigado a confessar que tive vergonha e medo. Vergonha porque não é mole ver o pai da gente ser xingado daquela maneira. Mesmo que ele não tivesse certo, errar não é humano? E muito medo porque, do jeito que as duas torcidas saíram descontentes, já imaginou se alguém descobre que eu era filho do juiz?


UMA ESTRANHA NA LOJA

Ser novo é bom.
Ser bola nova é um doce de coco.
Mas não é tudo. Bola vivida é muito mais, a experiência vivida é que vale.
Nossa vida na Loja Garrincha (eu soube depois que Garrincha tinha sido um dos maiores jogadores do mundo) só começou a ter interesse real no dia em que apareceu, na seção de concertos, um cara com uma colega toda caqueirada, velha e suja, de couro rasgado por um preço, dois furos enormes na câmara-de-ar.
O homem apresentou a bola, mostrou os defeitos, pediu o preço, encomendou os reparos, ficou de voltar no dia seguinte.
Deixada a um canto, a velha bola nos olhava com evidente curiosidade:
- Tudo bem, pessoal?
Ninguém respondeu.
- Tão me estranhando?
Nós de olhão arregalado.
- Eu acho até graça, disse a velhota com ar divertido. É gozado vocês. Tão emproadas, tão cheias de si, tão vaidosas... Quem vê pensa até que vocês são donas do mundo.
Tinha um tom gaiato na voz.
- Aliás, o mundo também é uma bola dizem os sábios... A Terra... Tomara que ela não se esvazie, como vai acontecer com todas vocês mais cedo ou mais tarde. Seria uma calamidade...
Pôs os olhos em mim:
- Por sinal que algumas já estão vazias... Ou ainda estão...
Percebeu a minha ansiedade:
- Tem pressa ou não, querida! O dia do enchimento chega para todas as bolas.
Como o de esvaziamento final... Como o do chute... Como o do gol...
Voltou-se para uma colega, da famosa marca Mixute:
- Já levaste algum?
- Gol?- perguntou Mixute sem saber do que se tratava.
- Chute, sua bola, chute... O que teu nome tá pedindo...
Mixute perguntou por todas nós, que a ignorância era comum:
- Que negócio é esse?
- Destino, minha filha... Destino de bola... Chute vai chover no teu lombo a vida inteira...
- E gol?- perguntei eu?
A rasgadona teve um riso breve:
- Gol, nem tanto... Há um gol para cada 500 chutes que levamos. É a média. Os homens andam muito ruins. Estão jogando pedra... Já não se chuta como antigamente...
Fez um ar de misterioso:
- Explica... Explica! – pediram todas.
Ela ia explicar, não deixaram.
Um funcionário acabava de entrar, com uma bomba na mão, me apanhava e começava a me encher, com uma seriedade impressionante.
Antes que ele iniciasse, porém, o meu feliz bombeamento, eu já me sentia realizada. Já sentia o peito cheio, ou melhor, a câmara-de-ar, que afinal é a mesma coisa.
A bola que havia em mim estava nascendo.

A Greve das Bolas. Orígenes Lessa. Rio de Janeiro, Editorial Nórdica Ltda, 1981, p. 12 -13


Driblando na rua
José A. Linhares

A bola rola
rebola, embola.

A algazarra, a garra,
a farra, o gol na marra

A alegria, a folia,
a magia, a gritaria.

O menino corre.
O sol explode.
O suor escorre.

A bola bate,
rebate, no combate voa.

A vidraça parte,
rebate, no combate voa.

A vidraça parte,
reparte, estilhaça.

Dona Sinhá vem pra rua.
A meninada pára.
O coração dispara.
A fuga. O silêncio.

A bola, o menino,
Os cacos.
Fim de jogo.
Dois a zero.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Como é a criança de seis anos?

Aos seis anos, a criança tem muita vontade de aprender. Ela é curiosa e procura construir seu aprendizado de mundo através de brincadeiras, ou seja, ludicamente.

Não é mais um bebê, que precisa de cuidados mais específicos, mas também não é uma criança totalmente autônoma. Ainda vê o mundo subjetivamente, portanto, nem sempre de acordo com a realidade, pois está por construí-lo no seu dia-a-dia, através de suas experiências de vida.

Trata-se de uma fase transitória, onde suas experiências são construídas ludicamente, através da imaginação, do faz-de-conta. Apresentando assim, grandes possibilidades de simbolizar e compreender o mundo, estruturando seu pensamento e fazendo uso de múltiplas linguagens.

Sendo assim, torna-se necessário trabalhar num ambiente alfabetizador que contemple tais necessidades, para que não haja rupturas e impactos negativos no processo de escolarização da criança da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.

sábado, 22 de maio de 2010

Como devemos trabalhar o lúdico no 1º ano?

Acredito que trabalhar o lúdico não é somente disponibilizar materais pedagógicos para que as crianças possam brincar e manusear. Com certeza, precisamos deles para criar um espaço de brincadeiras. Trabalhar o lúdico é muito além disso. É criar todo um mundo de faz-de-conta onde o aprendizado impera. Na sala de aula, A crianças brincam com a régua... De repente esta régua se transforma numa linda aeronave. E aí, não seria o lúdico?
Com certeza, eu acredito que sim.
Por que não estimular o faz-de-conta? Nem sempre os brinquedos que são fabricados conseguem prender a atenção dos pequenos por muito tempo.
A crianças também podem criar seus brinquedos. Afinal, um tecido nunca virou a capa do Batman? Ou de algum outro super-herói?
É através do faz-de-conta que a criança constrói o seu mundo...
Então, por que não ensinar de forma lúdica? Levar o aluno à aprendizagem ludicamente é um grande desafio.

domingo, 16 de maio de 2010

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS

Cada criança aprende no seu tempo e no seu ritmo. Nenhuma criança é igual a outra. Possuem histórias e trajetórias de vida diferentes como qualquer ser humano. Deve ser respeitada, compreendida e não rotulada por causa disso.
O conhecimento deve ser construído e reconstruído de forma contínua e sem interrupção, respeitando o tempo de cada criança.
Há crianças que precisam de intervenções para que atinjam os objetivos numa ou em outra atividade. Para isso, é necessário propor atividades diversificadas que atendam a todas as necessidades. A fim de que todos tenham oportunidades de aprender.
Outras que aprendem através das brincadeiras mais facilmente. Deve-se trabalhar o lúdico para auxiliá-las durante o processo de ensino-aprendizagem, fazendo uso de exemplos ou situações lúdicas para exemplificar algo que não foi assimilado por alguma criança com dificuldades.
O registro os avanços da turma será feito através da avaliação contínua e participativa, durante o desenvolver das atividades no processo educativo.
Utilizar também as sondagens mensais para avaliar e melhorar a prática educativa, além de usá-las como norte para as intervenções nas aprendizagens dos alunos.
Nós aprendemos todos os dias e estamos em constante aprendizado. As crianças também aprendem diariamente com as experiências adquiridas. Por isso devemos propor atividades significativas e diversificadas para que desenvolvam suas potencialidades.
Não existe limite para a aprendizagem. Precisamos incentivar nossos alunos para que aprendam, propondo desafios diferentes.
Costumo propor atividades que facilitam a construção da autonomia e da identidade dos alunos.
Quando os alunos conseguem desenvolver uma atividade proposta, sentem-se gratificados por isso, logo se interessam pela busca de novos desafios.
A criança tem que ser vista como um cidadão em pleno desenvolvimento. Que precisa ter acesso ao saber significativo, que o veja como um ser social.
Antigamente, o aprendizado era fragmentado. Só era ensinado o que consideravam necessário, nada mais. Hoje é necessário valorizar a aprendizagem em sua totalidade, devido à globalização. O cidadão é valorizado pelo que sabe, portanto, deve saber buscar o conhecimento e ser autônomo.
Desta forma, a escola tem que proporcionar um ensino que forme um cidadão pleno. Para isso, precisa trabalhar conteúdos diversificados, pois a criança será avaliada como estudante e como adulto posteriormente.

domingo, 9 de maio de 2010

Dia das Mães


Mãe,

Ser abençoado

que foi escolhido para dar continuidade

aos laços de afetos

e a nossa humanidade.

Para demonstrar

através do mais nobre dos sentimentos,

que existe a esperança

e que não estamos sozinhos...

Nos ampara

durante toda a sua existência

como um anjo protetor,

em permanente vigília

e sem descanso.

Tão somente

por amor

e zêlo....



Obrigado, mãe!



Feliz Dia das Mães!
Por Elisabete Souto Barbosa

Uma frase

O verdadeiro mestre ama o que faz. Por Elisabete Souto Barbosa

VÍDEOS INTERESSANTES

Cantinho dos autores - Breve histórico

Maurício de Sousa, O pai da Turma da Mônica

Maurício de Sousa nasceu no Brasil, numa pequena cidade do estado de São Paulo, chamada Santa Isabel. Foi em outubro de 1935.
Seu pai era o poeta e barbeiro Antônio Maurício de Sousa. A mãe, Petronilha Araújo de Sousa, poetisa. Além de Mauricio, o casal teve mais três filhos: Mariza (já falecida), Maura e Márcio.
Em 1959, Maurício criou uma série de tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono Bidu e Franjinha e ofereceu o material para os redatores da Folha. As historietas foram aceitas, o jornalismo perdeu um repórter policial e ganhou um desenhista.
Nos anos seguintes, ele criaria outras tiras de jornal Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho e páginas tipo tablóide para publicação semanal - Horácio, Raposão, Astronauta - que invadiram dezenas de publicações durante 10 anos.
Daí chegou o tempo das revistas de banca. Foi em 1970, quando Mônica foi lançada já com tiragem de 200 mil exemplares. Foi seguida, dois anos depois, pela revista Cebolinha e nos anos seguintes pelas publicações do Chico Bento, Cascão, Magali, Pelezinho e outras.
Seus trabalhos começaram a ser conhecidos no exterior e em diversos países surgiram revistas com a Turma da Mônica.
Fonte de Pesquisa: http://www.turmadamonica.com.br/