sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

PERSONAGENS DO CARNAVAL

Rei Momo
Na Mitologia Grega, Momo era o Deus da galhofa e do delírio - tão irreverente que acabou expulso do Olimpo. Na Roma antiga, o mais belo dos soldados era coroado Rei Momo e tratado como um verdadeiro senhor, comendo, bebendo e se divertindo à exaustão. Mas quando a festa acabava... ele era levado ao altar de Saturno e sacrificado.
A figura do alegre monarca da folia surgiu no Carnaval carioca em 1933. Até 1967, a eleição do Rei Momo se dava por indicação de entidades carnavalescas e jornalistas. A partir desse ano, no entanto, o concurso foi oficializado por Lei Estadual, e em 88 por Lei Municipal. O atual Rei Momo é Alex de Oliveira (31 anos, 1,85m), eleito pelo sétimo ano consecutivo.
Rainha do Carnaval
Elas são o brilho e graça do Carnaval e comandam a abertura do Carnaval carioca. Instituído a partir de 1950, o concurso para Rainha do Carnaval e suas princesas já deu muito que falar: nos primeiros anos, o sistema de votos vendidos era o que valia para eleger a beldade da folia. Somente dez anos depois do primeiro concurso é que passou a valer o sistema de voto de qualidade, ou seja: a candidata tem que ser bela para reinar ao lado de Momo. relação das
Pierrô, Arlequim e Colombina
Os três personagens, fundamentais em qualquer baile de fantasia ou desfile de escola de samba, surgiram com a Comédia Italiana, uma companhia de atores que se instalou na França entre os séculos XVI e XVIII para difundir a Commedia dell"Arte - forma teatral com tipos regionais e textos improvisados. O pierrô é o sentimental, o ingênuo, apaixondo e pela colombina; o arlequim é o seu rival: um palhaço farsante e cômico que veste um traje feito a partir de retalhos triangulares de várias cores; e a colombina, que já inspirou tantos versos de famosas marchinhas? Sedutora, volúvel e sempre bem vestida, ela namora o pierrô e é amante do arlequim.
FONTE: www.carnavaldobrasil.com.br

Um comentário:

Silvana Nunes .'. disse...

SALVE !
Sou professora, pesquisadora e contadora de histórias.Vivo de blog em blog angariando leitores e tentando divulgar o meu pelo simples fato de perpetuar a história de meu país - tenho medo que ela seja engolida por toda essa globalização.
Se gostar de meu esdpaço e achar minha proposta coerente, por favor SIGA-ME nesta luta por um mundo melhor.
FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER... está convidando para conhecer uma lenda bastante contemporânea - a do pássaro-cabeça-de-vento.
É só clicar no link http://www.silnunesprof.blogspot.com que você chega até lá rapidamente.
Gostaria que tivesse um pouquinho mais de paciência comigo, estou com alguns probleminhas para resolver: preciso de um novo exame de vista e de um monitor novo, o meu está meio embaçado, já tentei regular, mas o problema está com ele mesmo, tenho de comprar outro. E agora não me encontro em condições disso - só eu sei o sacrifício que faço para postar as histórias.
Se já passei por aqui, mil perdões. Como disse, a falta dos meus óculos e esse monitor com problemas não me deixam enxergar direito.
Que os bons ventos soprem a seu favor neste ano de 2010.
A PAZ .
Saudações Florestais !

Uma frase

O verdadeiro mestre ama o que faz. Por Elisabete Souto Barbosa

VÍDEOS INTERESSANTES

Cantinho dos autores - Breve histórico

Maurício de Sousa, O pai da Turma da Mônica

Maurício de Sousa nasceu no Brasil, numa pequena cidade do estado de São Paulo, chamada Santa Isabel. Foi em outubro de 1935.
Seu pai era o poeta e barbeiro Antônio Maurício de Sousa. A mãe, Petronilha Araújo de Sousa, poetisa. Além de Mauricio, o casal teve mais três filhos: Mariza (já falecida), Maura e Márcio.
Em 1959, Maurício criou uma série de tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono Bidu e Franjinha e ofereceu o material para os redatores da Folha. As historietas foram aceitas, o jornalismo perdeu um repórter policial e ganhou um desenhista.
Nos anos seguintes, ele criaria outras tiras de jornal Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho e páginas tipo tablóide para publicação semanal - Horácio, Raposão, Astronauta - que invadiram dezenas de publicações durante 10 anos.
Daí chegou o tempo das revistas de banca. Foi em 1970, quando Mônica foi lançada já com tiragem de 200 mil exemplares. Foi seguida, dois anos depois, pela revista Cebolinha e nos anos seguintes pelas publicações do Chico Bento, Cascão, Magali, Pelezinho e outras.
Seus trabalhos começaram a ser conhecidos no exterior e em diversos países surgiram revistas com a Turma da Mônica.
Fonte de Pesquisa: http://www.turmadamonica.com.br/